segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Itinerancias 1958-2002

O responsável por “tamanha” inovação, o escritor Branquinho da Fonseca, na altura Conservador-bibliotecário do Museu-Biblioteca do Conde de Castro de Guimarães, iniciava um projecto ambicioso de itinerância do livro, deslocando-se aos pontos mais importantes das localidades do Concelho de Cascais, com a finalidade de tornar acessível à população, de forma gratuita,o livro. Esta iniciativa isolada, veio alterar significativamente, o rumo da história das bibliotecas em Portugal.
Branquinho da Fonseca pensa no alargamento à escala nacional desta sua experiência bem sucedida e propõe à Fundação Calouste Gulbenkian, (fundada por testamento após a morte do filantropo Calouste Sarkis Gulbenkian) a criação de um serviço inovador de empréstimo de livros, idêntico ao que tinha criado em Cascais, através da implementação de uma rede de bibliotecas circulantes que chegasse a todo o país, incluindo as ilhas.

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