terça-feira, 1 de março de 2011

Um mar de dúvidas


“A meditação que fiz ontem mergulhou-me em tamanhas dúvidas que não as posso esquecer mais, nem vejo como se podem resolver. Como se tivesse caído inesperadamente num redemoinho de águas profundas, estou tão perturbado que não posso pôr pé firme no fundo, nem nadar para a superfície. Contudo, esforçar-me-ei e tentarei de novo (…)”.

Descartes, Meditações sobre a Filosofia Primeira,

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